sexta-feira, 14 de maio de 2010

O Caso da Ponte

O CASO DA PONTE


JOÃO era casado com MARIA. Eles se amavam.

Depois de um certo tempo, JOÃO começou a chegar cada vez mais tarde em casa.

MARIA se sentiu abandonada e procurou PAULO, que morava do outro lado da ponte. MARIA voltava para casa sempre antes do marido chegar.

Um dia, quando voltava para casa, encontrou um BANDIDO, atacando as pessoas que passavam na ponte. Ela correu de volta para a casa de PAULO e pediu proteção. Ele respondeu que não poderia ajudá-la e que o problema era dela.

Ela, então, procurou um AMIGO. Este foi com ela até a ponte, mas acovardou-se diante do bandido e não teve coragem para enfrentá-lo.

Resolveram procurar o BARQUEIRO mais abaixo do rio. Este aceitou levá-la por R$ 80,00 (oitenta reais), mas nenhum dos dois tinha dinheiro. Insistiram e imploraram, mas o BARQUEIRO foi irredutível. Aí voltaram para a ponte e o BANDIDO matou MARIA.


Atividade de Reflexão:
Coloque os 6 personagens em ordem decrescente de culpa, isto é, coloque em 1º lugar o maior responsável pelo que ocorreu e os restantes em ordem decrescente, ficando no 6° lugar o menos culpado.


MINHA OPINIÃO:








OPINIÃO DO GRUPO:








Análise do caso com o auxílio das Normas Sociais
(só ler após concluir as duas listas de culpabilidade)


1- Salvo em caso de suicídio, ninguém pode ser considerado culpado pela própria morte, encontrando-se assim no estado de vítima.
2- Exceto em caso de legítima defesa, um assassino será sempre o principal responsável pela morte ou invalidez de sua vítima.
3- Em situações que envolvem valores como a vida e o dinheiro, aqueles que privilegiarem os aspectos financeiros em detrimento da vida serão considerados co-autores diretos de um crime.
4- Nos casos de omissão de socorro, os indivíduos que negaram incondicionalmente apoio a vitima tornar-se-ão co-autores indiretos pelo crime ocorrido.
5- Toda tentativa de auxilio, mesmo quando frustrada, diminui a responsabilidade do autor do auxílio.
6- O desconhecimento de uma situação não pode agravar a responsabilidade de um indivíduo em caso de um assassinato, mesmo quando a vítima participar de seu convívio diário.

OPINIÃO APÓS A LEITURA DAS NORMAS SOCIAIS:







ATIVIDADE:

Agora faça uma análise da sua interpretação do caso da ponte, considerando os conceitos de Coerção Social, Tradição e Normas Sociais.

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